5 erros bobos que estragam sua moto

Muitas vezes que a moto quebra, uma peça arrebenta ou qualquer outro defeito aparece por uma adversidade que não pode ser explicada. Porém, na maioria das vezes, e é na maioria mesmo, a moto estraga pelo famoso mau uso.

O motociclista que não faz as manutenções preventivas no momento certo, exige do modelo mais do que ele pode entregar ou, por qualquer outro motivo, não cuida direito da moto e está assinando um contrato de corretiva. É só esperar.

Para quem ficou “com medo” de ser o próximo, aqui vão 5 erros bobos que estragam sua moto.

1. acelerar a moto fria

Começando com a moto fria, e não ironicamente, mas este é o motivo de não ser recomendável sair acelerando demasiadamente assim que se liga a moto.

Quando a moto está fria, não há óleo circulando em todas as partes internas e, consequentemente não há lubrificação nelas. Nestes casos, acelerar (o que aumenta as rotações e movimentos das partes) aumenta o atrito entre componentes não lubrificados de forma ideal. O melhor é esperar um minutinho para sair.

Se a moto já estiver quente (quando o condutor já havia ligado o modelo há pouco tempo) não há esta necessidade de espera.

Esforço das partes internas do motor sem a lubrificação adequada pode causar severos danos internos como retífica e até a necessidade de substituição completa.

2. Pilotagem agressiva

Arrancadas bruscas, freadas secas e trocas de marcha no limite não afetam só o consumo de combustível, mas também componentes como embreagem, relação, suspensão, freios e pneus. Tudo isso é exigido com mais esforço e consequentemente se desgastam rapidamente.

Além de tudo, pilotar em altas velocidades ou com falta de atenção é mais perigoso para a saúde do piloto e terceiros.

3. retirada do filtro de ar

Toda combustão exige o combustível — gasolina ou etanol —, calor e comburente, que é o oxigênio. O calor vem da faísca gerada pela vela, já o combustível é injetado pelos bicos, e o ar é captado por dutos que o levam naturalmente até a câmara de combustão.

O filtro de ar é a primeira barreira contra impurezas no sistema de admissão de oxigênio da moto e, com isso, se torna fundamental para que apenas o comburente chegue para fazer a explosão.

Para aumentar a admissão de ar e a potência da moto, muitos caem na bobagem de retirar o filtro. Mas a única coisa que vai aumentar é o estrago na moto.

Sem o filtro, partículas de poeira e sujeira entram livremente no motor, contaminando o óleo e causando atrito nas milimétricas frestas das partes móveis. A chance de uma manutenção cara aparecer é alta.

4. Cortar giro

Essa aqui quase dispensa explicações, mas para quem não sabe, acelerar a moto além do limite basicamente força os pistões e válvulas acima do limite seguro, aumenta o atrito das partes e quando feito com frequência até encurta o espaço entre as trocas de óleo e vida útil do motor.

5. descuido com a corrente

A corrente é um dos componentes mais negligenciados por quem não gosta ou não entende os cuidados que uma moto precisa. Andar com ela seca, frouxa ou sem lubrificação adequada compromete a transmissão e aumenta o risco de rompimento, além de fazer a necessidade da troca.

O ideal é limpar e lubrificar a cada 500 km, em média, ou quando perceber que está muito suja e/ou seca. Após chuva ou estradas muito empoeiradas, a manutenção deve ser imediata.

 

FONTE:https://autopapo.com.br/motos/10-erros-bobos-que-estragam-sua-moto/

5 manutenções que melhoram o consumo de combustível

O consumo de combustível sempre foi uma preocupação do motorista brasileiro, independente do preço encontrado nos postos. Mas ter um carro econômico não é tudo, se a manutenção não estiver em dia suas médias serão ruins.

O desleixo com a mecânica irá afetar o consumo de combustível e também o desempenho, sem contar que poderá virar problemas mais caros no futuro. Essas cinco manutenções simples podem ser as responsáveis pela bebedeira de seu carro.

1. Pneu

Qual foi a última vez que você calibrou o pneu de seu carro? Isso deve ser feito a cada 15 dias e colocando a pressão recomendada pelo fabricante.

Rodar com o pneu murcho aumenta a resistência de rolagem, provocando um consumo maior. O ideal é calibrar os pneus com eles ainda frios, no posto mais próximo de sua casa ou até mesmo na garagem com um compressor.

Também é preciso estar com os pneus na medida correta para o carro. Usar pneus mais largos podem ajudar na aderência em curvas, porém aumentam o consumo.

Na hora de escolher um pneu, fique atento a etiqueta do Inmetro. Ela possui um índice de resistência de rolagem, quando melhor a nota, menor será o consumo de combustível quando comparado a um equivalente de nota baixa.

2. Alinhamento

Seguindo no contato entre o carro e o solo, o alinhamento da suspensão é essencial para que a suspensão trabalhe da forma correta e que o carro ande em linha reta. Quando ela não está nos parâmetros corretos o comportamento irá mudar, podendo deixar o carro imprevisível e aumentando o desgaste de vários componentes.

Não existe um prazo fixo para realizar o alinhamento das rodas, é preciso ficar atento aos indícios. Um impacto forte contra um buraco pode desalinhar o veículo, por exemplo. A forma mais fácil de perceber é quando ele puxa para algum lado quando está indo em linha reta ou em frenagens fortes.

O alinhamento afeta tanto o consumo que a Fiat mudou os parâmetros do Mille quando fez a versão Economy. Isso ajudou a reduzir o consumo de combustível, mas prejudicou um pouco a estabilidade.

3. Óleo do motor

O óleo lubrificante roda por dentro do motor, tendo como uma de suas funções a redução do atrito entre as peças móveis. Quando passou da hora de trocá-lo, essa propriedade é reduzida, o que aumenta o esforço do motor e causa um consumo maior.

Seus gastos com combustível também irão aumentar se for colocado um óleo mais grosso que original. Isso faz que o motor se esforce mais para trabalhar.

A troca do óleo deve ser feita no prazo indicado pelo manual, que é a cada 10 mil km nos carros mais recentes. Modelos mais antigos tinham intervalos de 5 ou 7 mil km. Se fizer o uso considerado como severo, a troca terá que ser na metade do prazo.

4. Filtro de ar

O motor do carro funciona queimando uma mistura de ar com combustível. O filtro de ar é responsável por tirar partículas sólidas e impurezas do ar admitido.

Se a manutenção do filtro de ar for negligenciada e ele ficar saturado, o fluxo de ar admitido será prejudicado. Isso causa um aumento no consumo e perda do desempenho.

O filtro de ar deve ser checado a cada troca de óleo, algumas marcas recomendam sua troca a cada 20 mil km. Por ser barato, não vale a pena atrasar essa substituição. Ela pode até ser feita em casa sem precisar de ferramentas.

5. Velas e bobina

A mistura ar/combustível em um motor a gasolina ou flex é detonada pelas velas de ignição. As bobinas são responsáveis por transformarem a baixa voltagem da bateria em alta voltagem, para energizar as velas e gerar a faísca que gera a explosão dentro do propulsor.

Problemas nas velas ou nas bobinas podem gerar uma queima incompleta do combustível ou fazer o motor falhar. Esses componentes exigem manutenção mais espaçada.

As velas duram menos que as bobinas, com o prazo de troca dependendo do motor e da tecnologia usada. Pode ser a cada 40 mil km em motores mais antigos ou passar dos 100 mil km nos mais modernos.

FONTE:https://autopapo.com.br/noticia/manutencao-consumo-combustivel/

Abasteceu o carro com combustível adulterado? Saiba o que fazer

Abastecer o carro é uma tarefa rotineira, mas que pode se transformar em dor de cabeça quando o combustível colocado no tanque não está dentro dos padrões. A adulteração ainda é uma prática ilegal que prejudica o motor, aumenta os custos de manutenção e até compromete a segurança do motorista e de todos ao redor. O problema acontece que os sinais aparecem logo após sair do posto, mas o condutor não sabe como agir.

A boa notícia é que, quando identificados a tempo, os danos podem ser reduzidos ou até evitados. Mais do que reconhecer os sintomas, é essencial seguir um passo a passo para proteger o veículo e ter respaldo legal.

“Se o carro não for flex, por exemplo, e a gasolina estiver alterada, os sintomas aparecem de imediato, como engasgos ao acelerar e marcha lenta irregular. Já nos modelos flex, a percepção é mais difícil, porque o sistema eletrônico compensa automaticamente”, explica Clayton Zabeu, professor de engenharia mecânica do Instituto Mauá de Tecnologia.

A seguir, veja como agir caso desconfie de combustível adulterado.

Passo 1: desconfie dos sintomas logo após abastecer

Se o carro apresentar falhas de aceleração, perda de potência, ruídos anormais ou consumo maior logo depois de sair do posto, fique atento. “Nos veículos puramente a gasolina, é comum notar hesitações ao pisar no acelerador ou pequenas falhas na partida. Já no diesel, o motorista percebe excesso de fumaça e mais vibração no motor”, diz Zabeu.

Passo 2: evite rodar com o carro

Insistir em rodar com combustível fora da especificação pode agravar os danos.

“Se a mistura estiver contaminada com solventes ou tiver baixa octanagem, o motor pode sofrer pré-ignição ou até batida de pino. Esse tipo de falha compromete pistões, válvulas e pode levar a danos catastróficos”, alerta o professor. Em casos de sintomas fortes, a recomendação é acionar um guincho para evitar que o motor seja exigido além do limite.

Passo 3: leve o veículo a uma oficina de confiança

Na oficina, o mecânico pode esgotar o tanque, coletar amostras e comparar densidade, cor e aspecto do combustível. “Esses parâmetros mostram rapidamente se o produto está fora do padrão. Muitas vezes, só a substituição já devolve o funcionamento normal ao motor. Mas, se bombas e bicos injetores foram afetados, será preciso reparo mais profundo”, ressalta Zabeu.

Passo 4: guarde provas e registre o caso

A nota fiscal do abastecimento é essencial. “É o documento que comprova onde, quando e quanto foi abastecido. Sem ela, o consumidor perde força para cobrar ressarcimento ou formalizar denúncia”, reforça o especialista.

Passo 5: denuncie o posto irregular

O motorista pode acionar a ANP pelo telefone 0800 970 0267 ou pelo site oficial. Também é possível recorrer ao Procon, já que a venda de combustível adulterado é crime contra o consumidor. “A legislação prevê multas pesadas, interdição de bombas e até a cassação da licença de funcionamento do posto”, lembra Zabeu.

Como evitar problemas no futuro

O impacto do combustível adulterado vai além do carro. “Alguns solventes usados nessas práticas, como o metanol, são tóxicos. A inalação pode causar intoxicação e, em caso de vazamento, há risco de contaminação do solo e da água”, explica o professor.

Ainda que não seja possível eliminar totalmente o risco, alguns hábitos ajudam: abasteça em postos de confiança, mantenha regularidade no local escolhido, desconfie de preços muito baixos e nunca deixe de pedir nota fiscal. “Assim como existem golpes por telefone, há adulteração até em postos de bandeira conhecida. A constância é uma forma prática de se proteger”, conclui Zabeu.

Tomar medidas rápidas ao perceber os sinais pode salvar o motor, evitar gastos altos e, principalmente, impedir que a adulteração comprometa a segurança e o meio ambiente.

FONTE: https://autoesporte.globo.com/combustivel-consciente/noticia/2025/10/carro-combustivel-adulterado-o-que-fazer.ghtml

Pagamento via Pix impedirá apreensão de veículo com débitos durante blitz

A Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) aprovou, em segundo turno, nesta terça-feira (21), o projeto de lei que institui o Programa de Regularização de Débitos de Veículos Automotores (PRDVA). A proposta, de autoria do deputado Fernando Pereira (PP), permite que motoristas e motociclistas quitem multas e IPVA de forma imediata, durante abordagens, utilizando sistemas eletrônicos de pagamento, como o Pix.

O programa tem como objetivo facilitar a regularização de pendências financeiras e evitar a remoção de veículos em situações em que a irregularidade seja apenas de natureza econômica. No entanto, veículos envolvidos em ilícitos penais ou com pendências judiciais não serão contemplados pela medida.

Segundo o texto, o pagamento eletrônico só poderá ser realizado quando houver disponibilidade técnica do sistema no momento da abordagem. A proposta também destaca que a quitação dos débitos impede apenas a apreensão do veículo, sem interferir nas demais penalidades previstas pelo Código de Trânsito Brasileiro (Lei Federal nº 9.503/1997).

Ainda conforme o projeto, o veículo será considerado licenciado em definitivo apenas após o processamento e a confirmação dos pagamentos, além do cumprimento das demais exigências legais aplicáveis.

FONTE: https://autopapo.com.br/curta/pagamento-via-pix-impedira-apreensao-de-veiculo-com-debitos-durante-blitz/

Confira 5 dicas para economizar até 50% de combustível

Em 2025, brasileiros têm enfrentado diversos desafios na hora de encher o tanque de combustível. Isso porque o ano começou com o reajuste do ICMS em fevereiro, que elevou os preços da gasolina e do diesel em todo o país. Em julho, houve suspensão das fiscalizações de qualidade dos combustíveis nos postos. Já no fim de agosto, a Polícia Federal expôs um grande esquema de fraudes do Primeiro Comando da Capital (PCC) envolvendo adulteração de bombas.

Diante desse cenário, muitos motoristas se sentem inseguros, seja pelo medo de abastecer com combustível adulterado ou pelo aumento dos preços.

Evite acelerações e frenagens bruscas

O modo de condução tem grande influência no consumo de combustível do seu veículo. De acordo com André Mendes, professor de Engenharia Mecânica do Centro Universitário FEI, acelerações bruscas, frenagens fortes e trocas de marcha constantes podem ser fatores impactantes quanto ao consumo de gasolina.

“Se você acelera muito, acaba ‘esticando a marcha’, ou seja, o giro do motor sobe e o consumo aumenta. A frenagem é um bom indicador: se você freia muito, logo vai precisar acelerar de novo, e esse ‘vai e vem’ também gera maior consumo”, aconselha Mendes.

Vale destacar também que há uma diferença significativa entre dirigir na cidade e na estrada. No ambiente urbano, o trânsito intenso, os semáforos e os limites de velocidade mais baixos resultam em um padrão de “para e anda”, que aumenta o consumo de combustível. Nas rodovias, no entanto, a condução tende a ser mais contínua e suave, favorecendo a eficiência e reduzindo o gasto.

Dessa forma, o ideal é, além de realizar as trocar as marchas no tempo certo, antecipar o trânsito. Em outras palavras, evite movimentos bruscos ou reações de última hora. Em situações como um engarrafamento próximo a um semáforo, por exemplo, ao perceber o sinal vermelho mesmo com uma fila de carros à frente, procure reduzir a velocidade gradualmente em vez de mantê-la constante e frear de forma repentina.

“Respeite” a aerodinâmica do carro

O que é aerodinâmica? Trata-se de como o ar se move ao redor do veículo para melhorar o desempenho. Isto é, quanto mais o carro enfrenta resistência do ar, mais força o motor precisa fazer.

Dessa forma, existem alguns fatores que prejudicam esta força de atrito exercida pelo veículo. Entre eles estão: adornos na antena de teto e acessórios sem uso, como rack e bagageiros. No entanto, dois outros agentes também merecem atenção: janelas e ar-condicionado. O professor explica:

“O vidro fechado torna o carro mais aerodinâmico. Quando você anda, o carro precisa mover o ar, e se a janela está aberta, esse fluxo fica mais difícil, o que aumenta a resistência e o consumo. Porém, o ar-condicionado também consome combustível, porque precisa de energia para funcionar. Então, em baixa velocidade, andar com as janelas abertas pode ser mais econômico. Mas em rodovia, com velocidades altas, o efeito aerodinâmico pesa mais, e é melhor andar com as janelas fechadas, mesmo com o ar ligado”.

Em resumo, em velocidades baixas, prefira circular com as janelas abertas e o ar-condicionado desligado. Já em velocidades altas, mantenha as janelas fechadas e use o ar-condicionado para garantir melhor economia de combustível.

Manutenção e revisões do veículo em dia

Manutenções regulares também são essenciais. Segundo o mecânico Johnny Oliveira, trocar o óleo fora do prazo, por exemplo, afeta no consumo do carro, pois, com o aumento do atrito e mudança da viscosidade, as peças se movimentam com maior dificuldade:

“O óleo velho perde a lubrificação e o motor trabalha forçado. Isso resulta em mais atrito, mais calor e mais consumo. Além de aumentar o risco de desgaste nas peças”, diz.

Segundo o profissional, o motorista também deve atentar-se à calibragem dos pneus:

“Pneus murchos aumentam o atrito com o solo, e o motor precisa trabalhar mais pra mover o carro. Só isso já pode elevar o consumo em até 10%. Além disso, é fundamental utilizar aditivos de limpeza do sistema de injeção eletrônica. Como dono de oficina, recomendo aplicar esse aditivo a cada seis meses ou a cada 10 mil quilômetros. Ele ajuda a manter o sistema limpo, melhora o desempenho do motor e contribui para a longevidade do veículo”, analisa.

Não carregue peso desnecessário dentro do carro

Carregar objetos desnecessários no carro pode parecer inofensivo, mas afeta diretamente o consumo de combustível. Quanto maior o peso total do veículo, mais esforço o motor precisa fazer para colocá-lo em movimento e manter a velocidade, o que aumenta o gasto energético.

Além disso, o excesso de carga sobrecarrega suspensão, freios e pneus, elevando o atrito com o solo e reduzindo a eficiência do conjunto. Em veículos automáticos, o impacto é ainda maior, já que o câmbio tende a trabalhar em rotações mais altas para compensar o esforço.

De acordo com especialistas, a cada 50 kg extras, o consumo pode subir de 1% a 2%. Por isso, vale a pena revisar o porta-malas e deixar de lado tudo o que não for essencial para o dia a dia.

Encher o tanque “até a boca” não aumenta a autonomia do veículo

Muitos têm o costume de aproveitar preços atrativos em postos de combustível para encher o tanque do carro até o limite. No entanto, a prática não é recomendada por profissionais, pois pode diminuir a saúde do veículo.

Segundo André Mendes, quando se enche o tanque até o limite, pode ocorrer transbordamento de combustível em componentes que são projetados para lidar apenas com gases, como o cânister. Apesar de a prática não afetar diretamente o consumo, há a possibilidade de causar problemas no sistema. Trata-se de uma questão de recomendação operacional, mais do que de eficiência.

Johnny Oliveira também adverte:

“Além de poder danificar o sistema de evaporação do combustível, o excesso pode causar desperdício e até aumentar a pressão no tanque. O ideal é parar no automático da bomba. Encher até o gargalo não traz vantagem nenhuma”, alerta.

Com a mudança de alguns hábitos no dia a dia e a adoção das boas práticas mencionadas neste artigo, é possível economizar até 50% de combustível, explica o mecânico:

“O que muita gente ignora no dia a dia, faz diferença no bolso. O principal é manter o carro bem regulado, calibrar os pneus toda semana, evitar acelerações e frenagens bruscas, trocar o óleo no prazo certo e não andar com o carro pesado à toa. Parece básico, mas somando tudo, dá para cortar até metade do gasto de combustível , dependendo do caso”.

FONTE: https://autoesporte.globo.com/servicos/noticia/2025/10/5-dicas-economizar-combustivel.ghtml

CNH sem autoescola: o que falta para a nova regra entrar em vigor?

O governo divulgou, na última semana, as regras para instrutor autônomo — ou seja, sem vínculo obrigatório com uma autoescola — para obtenção da nova Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As mudanças atingem tanto a categoria de moto quanto a de carros, além das focadas em transporte de carga e passageiros.

A permissão para realizar as aulas práticas de direção sem precisar estar vinculado a uma autoescola é uma das mudanças propostas pelo Ministério dos Transportes.

Em entrevista à GloboNews em julho, o ministro da Pasta, Renan Filho, afirmou que o governo já estuda formas de reduzir o custo da CNH, e indicou que o Brasil poderá deixar de exigir a realização de curso em autoescola para a emissão da carteira.

Qual o atual estágio da proposta?

  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já autorizou o início do processo que pode resultar no fim da exigência de autoescola para tirar a CNH;
  • Com essa decisão, foi aberta uma consulta pública que ficará disponível até 2 de novembro;
  • Depois dessa fase, ainda serão necessárias outras etapas, como discussões no Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

“O ponto de partida para quem gosta de dirigir e deseja ingressar nesse mercado, é verificar se cumpre os requisitos básicos antes de realizar o curso específico de formação, necessário para obter a Carteira de Identificação Profissional de instrutor autônomo, que será disponibilizado gratuitamente no site da Secretaria Nacional de Trânsito (Senatran)”, informou o governo em nota.

Quais os requisitos?

Veja os requisitos fundamentais para que o instrutor seja autorizado a participar do processo de emissão da CNH:

  • O instrutor precisa ter, no mínimo, 21 anos de idade e habilitação legal para condução de veículo há pelo menos dois anos;
  • O instrutor não pode ter cometido nenhuma infração de trânsito de natureza gravíssima nos últimos 60 dias, nem ter sofrido penalidade de cassação da CNH;
  • O instrutor precisa ter concluído o ensino médio;
  • O instrutor deve ter formação específica em habilidades pedagógicas, com foco em legislação de trânsito e direção segura. Caso seja aprovado na avaliação, recebe um certificado;
  • O instrutor também precisa possuir certificado de curso específico realizado pelo órgão executivo de trânsito;
  • O carro usado nas aulas deve estar identificado como veículo de instrução e atender às exigências de segurança estabelecidas pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB);
  • As motos utilizadas nas aulas devem ter, no máximo, 8 anos de fabricação;
  • Os carros usados nas aulas devem ter até 12 anos de fabricação;
  • Os veículos de carga utilizados nas aulas devem ter até 20 anos de fabricação;
  • O nome do instrutor deve constar em registros oficiais do Detran estadual e do Ministério dos Transportes — o aluno pode conferir o nome do instrutor e os horários e locais para realização das aulas nos respectivos sites;
  • Cabe ao instrutor registrar e validar a presença e participação do aluno em cada aula;
  • Mesmo vinculado a uma autoescola, o instrutor pode oferecer aulas de forma independente.

Durante as aulas práticas de direção, o instrutor deve portar os seguintes documentos:

  • CNH;
  • Credencial de Instrutor ou crachá fornecido pelo órgão competente;
  • Licença de Aprendizagem Veicular;
  • Certificado de Registro e Licenciamiento de Veículo.

Em quais países o curso é ou não exigido

Embora pareça contraintuitiva, essa prática já é adotada em diversos países. Alguns estados dos Estados Unidos não exigem a participação em cursos, e o mesmo ocorre no Canadá e no Japão, por exemplo.

Ainda assim, para obter a CNH de seu país, o cidadão precisa atender a uma idade mínima definida e ser aprovado em exames teóricos e práticos.

 

FONTE: https://g1.globo.com/carros/noticia/2025/10/19/cnh-sem-autoescola-entenda-o-que-falta-para-a-nova-regra-entrar-em-vigor.ghtml

5 manutenções que melhoram o consumo de combustível da moto

Para muitos, a motocicleta é um veículo sinônimo de economia, afinal não são poucos os modelos que fazem mais de 40 km/l. Porém, para que o modelo continue rendendo bem, é extremamente necessário que ela esteja em dia com as manutenções. E, para ajudar o amigo que está com uma moto “beberrona”, aqui vai uma lista com 10 manutenções que melhoram o consumo de combustível da moto.

1. Vela e cachimbo

Começando pelo básico! O conjunto de vela e cachimbo é um dos principais responsáveis pelo excesso de queima de combustível quando está em um estado ruim.

Basicamente, eles são responsáveis por gerar a centelha que provoca a explosão dentro do motor, fazendo assim ele funcionar. Uma vela ruim não queima direito, e o cachimbo no mesmo estado não leva tensão para que a vela faça o seu trabalho.

Em resumo, quando esse conjunto está ruim, a queima fica imprecisa e leva a moto a consumir mais. Na maioria dos modelos, a verificação do item é feita entre 5.000 km e 6.000 km, e a troca, a cada 10.000 km ou 12.000 km (verifique no manual da sua moto).

2. Troca de óleo

A troca do óleo é outra manutenção que melhora o consumo de combustível da moto — e não só ele, como todo o conjunto.

O óleo da moto é como se fosse o “sangue” dela, sendo essencial para o funcionamento. Ele é o responsável por lubrificar e resfriar o motor e, se estiver fora do prazo ou faltando, pode gerar vários problemas nas partes internas do motor.

O motor em estado ruim naturalmente queima mais combustível. Por isso, a troca de óleo e do filtro de óleo (que impede que impurezas se misturem ao lubrificante) deve ser feita segundo o manual, geralmente entre 5.000 km e 6.000 km.

3. Troca de filtro de ar

Toda combustão exige o combustível — gasolina ou etanol —, calor e combustível, que é o oxigênio. Como já comentamos, o calor vem da faísca gerada pela vela, já o combustível é injetado pelos bicos, e o ar é captado por dutos que o levam naturalmente até a câmara de combustão.

O filtro de ar é a primeira barreira contra impurezas no sistema de admissão de oxigênio da moto e, com isso, se torna fundamental para que apenas o oxigênio chegue para fazer a explosão.

Quando o filtro de ar está muito velho e sujo, além de perder sua função de impedir as impurezas, ele passa a dificultar a passagem do ar, fazendo com que a moto tenha dificuldades de funcionar e mais combustível seja exigido para compensar as falhas no motor.

4. Pneus na calibragem certa

Os pneus são outros grandes responsáveis pela queima demasiada ou não do combustível. Encher menos que o indicado faz com que a área de contato aumente, crescendo também o atrito e, com isso, a força necessária para deslocar a moto. Ou seja, mais força requer mais torque ou mais aceleração e, consequentemente, aumento na queima.

Totalmente na contramão está o pneu cheio além do recomendado. Este ajuda na economia, porém com agravantes muito sérios. O primeiro é o desconforto, pois ele fica mais resistente e assim absorve menos as imperfeições da pista, levando a transferência até o banco e o guidão.

Mas o mais perigoso é o risco de quedas e acidentes. Quanto mais cheio, menor o contato com o asfalto e, assim, maior a chance de derrapar e cair.

5. Bicos ou carburador em dia

O sistema de alimentação é fundamental para o bom funcionamento do motor. Nos modelos com injeção eletrônica, é importante manter os bicos sempre limpos, pois qualquer sujeira pode comprometer a pulverização do combustível. Já nas motos carburadas, é necessário verificar a regulagem e manter os giclês limpos para que a mistura ar/combustível esteja sempre equilibrada.

Um sistema sujo ou desregulado faz o motor trabalhar em mistura rica (mais combustível do que ar), elevando o consumo e reduzindo o desempenho. A limpeza deve ser feita periodicamente, conforme o uso e recomendação do fabricante.

 

FONTE: https://autopapo.com.br/motos/10-manutencoes-para-consumo-de-combustivel-da-moto/#goog_rewarded

Qual cadeirinha usar no carro? Veja como evitar erros fatais no transporte infantil

A escolha e o uso correto da cadeirinha infantil ainda geram dúvidas entre pais e responsáveis, mesmo após a obrigatoriedade do equipamento em carros de passeio, em setembro de 2010.

A principal recomendação dos especialistas é simples: mais importante do que seguir à risca idade, peso ou altura, é garantir que a criança esteja confortável e segura no dispositivo.

A regra do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) define faixas etárias para cada tipo de equipamento:

  • Bebê conforto: até 1 ano ou 13 kg;
  • Cadeirinha: de 1 a 4 anos ou entre 9 kg e 18 kg;
  • Assento de elevação: de 4 a 7 anos; entre 15 kg e 36 kg ou até 1,45 m de altura;
  • Banco traseiro com cinto de segurança: de 7 anos a 10 anos, desde que a criança tenha pelo menos 1,45 m de altura.

O uso incorreto da cadeirinha, além da insegurança para o bebê ou a criança, inclui multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e retenção do veículo.

O Inmetro, que certifica os produtos, classifica os dispositivos por grupos que combinam idade, peso e altura. Há modelos que abrangem mais de um grupo e podem ser usados por mais tempo.

Quando trocar a cadeirinha?

A transição entre os dispositivos deve considerar o conforto e o tamanho da criança. Um bebê que já não cabe no bebê conforto (ou tenha peso acima de 13 kg) pode ir para a cadeirinha, mesmo que ainda não tenha completado um ano.

A posição do bebê conforto — voltado para o encosto do banco — é recomendada por causa da anatomia dos recém-nascidos. “O bebê nasce com a cabeça maior que o corpo, como na forma de um martelo. Nessa posição, ele fica mais protegido”, explica Celso Arruda, especialista da Unicamp.

Como usar e fixar o assento de elevação?

A altura é o fator mais importante na hora de dispensar o assento de elevação. Crianças com menos de 1,45 m não devem usar apenas o cinto de segurança, mesmo que tenham mais de 7 anos. O assento serve para posicionar corretamente o cinto de três pontos, que deve passar pelo peito.

“Se ela ainda não tiver altura suficiente e quiser continuar usando inclusive a cadeirinha completa, sem dispensar o encosto, ainda que tenha mais de 4 anos ou mais de 36 kg, tudo bem. Desde que esteja confortável”, reforça Kuster.

Onde instalar a cadeirinha?

O lugar mais seguro para transportar a criança é o banco traseiro, com cinto de três pontos e o dispositivo adequado. Mas há exceções.

Em carros que só têm cinto de dois pontos no banco de trás — e não há cadeirinha certificada para esse tipo de cinto — o ideal é levar a criança no banco da frente, com cinto de três pontos e o equipamento de retenção.

Mas é preciso desligar o airbag, nos carros equipamentos com o dispositivo, para não eclodir em caso de acidente e causar mais danos do que proteger a criança.

“Pode até parecer que ficou firme, mas nos crash tests é impressionante ver as forças envolvidas. A cadeirinha sem esse terceiro ponto de fixação não vai trabalhar da maneira como foi projetada”.

Nesses casos, a recomendação é recuar o banco dianteiro ao máximo, para afastar a criança do painel.

Quando a criança pode ir no banco da frente?

O Contran permite o transporte no banco da frente em situações específicas:

  • Crianças a partir de 10 anos, com cinto de segurança;
  • Quando o banco traseiro só tem cinto de dois pontos;
  • Em veículos sem banco traseiro, como picapes de cabine simples;
  • Quando há mais crianças do que lugares no banco traseiro — a de maior estatura pode ir na frente;
  • Equipamentos certificados.

Segundo a Senatran, apenas bebê conforto, cadeirinha e assento de elevação são considerados dispositivos adequados. O Inmetro reforça que não há certificação para outros tipos de equipamentos.

O que é e como usar o Isofix?

Uma das formas de prender o bebê conforto, cadeirinha ou assento de elevação nos carros é o Isofix, que ancora a cadeirinha ao assento traseiro do carro. Porém, a lei do Isofix foi sancionada em 2015 e somente em 2020 é que passou a ser obrigatória para todos os veículos novos fabricados ou importados no país.

Este tipo de ancoragem exige pontos de fixação específicos, tanto no veículo quanto na cadeirinha.

O sistema é composto por dois pontos de fixação na base da cadeirinha ou do bebê-conforto, que se encaixam a dois pontos no veículo, localizados no vão entre o assento e o encosto do banco traseiro.

Para fixar a cadeirinha, você precisa:

  • Localizar os pontos de ancoragem no banco traseiro, que podem ser visíveis como na imagem acima, ou escondidos. Neste caso, um ícone de cadeirinha infantil ou o nome “Isofix” fica fisível.
  • Guiar os pontos da cadeirinha aos locais do banco e empurrar, até escutar um “clique”.
  • Em algumas cadeirinhas, uma indicação em verde aparece próxima do local de ancoragem no assento do veículo.

Um terceiro ponto pode estar no carro e ele se liga a uma espécie de gancho da cadeirinha, evitando que o dispositivo se movimente. Esse ponto tem nome de Top Tether e, se estiver no seu carro, estará em um dos seguintes locais:

  • No assoalho;
  • Na parte de trás do encosto (na área do porta-malas, como na imagem abaixo);
  • Na lateral do carro (na mesma área de onde saem os cintos de segurança).

Sul e Sudeste estão entre as regiões onde há a pior segurança veicular

Conforme o estudo IRIS (Indicadores Rodoviários Integrados de Segurança) do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), estados como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo e Rio de Janeiro estão entre os piores no quesito “segurança veicular”, ou seja, a segurança proporcionada pelos veículos.

Dentre os indicadores revelados pelo estudo, divulgado na semana passada, está o “Percentual mínimo de veículos com Isofix na frota”. Estes são os 10 estados onde esse percentual é mais baixo:

  1. Rio de Janeiro: 7,03%;
  2. Distrito Federal: 7,84%;
  3. São Paulo: 7,95%;
  4. Pernambuco: 8,96%;
  5. Rio Grande do Sul: 9,17%;
  6. Amazonas: 10,29%;
  7. Paraná: 10,44%;
  8. Sergipe: 11,42%;
  9. Ceará: 11,86%;
  10. Mato Grosso do Sul: 11,90%.

De acordo com a PRF do Paraná, o veículo envolvido no acidente de Paranavaí era um Mitsubishi Pajero Sport cuja primeira geração foi fabricada até 2008, ou seja, não havia obrigatoriedade de Isofix naquela época.

FONTE: https://g1.globo.com/carros/noticia/2025/10/01/qual-cadeirinha-usar-no-carro-veja-como-evitar-erros-fatais-no-transporte-infantil.ghtml

Agressividade no trânsito cria ciclo perigoso entre motoristas, aponta estudo

A Associação Americana de Automóveis (AAA) descobriu, em um estudo recente, que a agressividade ao volante provoca reações semelhantes em outros motoristas e cria um ciclo perigoso nas estradas.

De acordo com a pesquisa, 96% dos entrevistados admitiram já ter dirigido de forma agressiva, enquanto 11% relataram envolvimento em atos violentos, como colidir propositalmente contra outro veículo.

O estudo também mostrou que homens, pessoas com menos de 60 anos e motoristas de renda mais alta são mais propensos a intensificar situações de risco com violência.

Para a porta-voz da AAA, Adrienne Wood, a tensão no trânsito não se deve apenas às imprudências alheias, mas também às reações imediatas dos condutores. “Nossa pesquisa mostra que até os motoristas mais calmos podem se deixar levar pela fúria após um único encontro hostil. Mas, com estratégias simples, todos nós podemos ajudar a tornar as estradas mais seguras”, afirmou.

 

FONTE: https://autopapo.com.br/curta/agressividade-no-transito-cria-ciclo-perigoso-entre-motoristas-aponta-estudo/

Cadeirinha Para Cachorro – Saiba Como Usar E Sua Função

Você nunca mais vai querer andar de carro com seu pet sem esse acessório tão indispensável!

Você já se decidiu: quer definitivamente uma cadeirinha para cachorro o mais rápido possível para levar o bichinho de estimação com você sem perigo! E, com certeza, esse sentimento que veio de você não surgiu à toa. Afinal, não gostamos nem de pensar que algo aconteça com nossos bichinhos.

Bom, a boa notícia é que, se você tem um filhote de pequeno a médio porte, existem assentos de carro para cães que você pode obter que o manterão feliz e seguro

Por que você deve usar uma cadeirinha para cachorro?

Uma cadeirinha de cachorro para carro pode beneficiar seu cão de algumas maneiras, como mantê-lo confortável e dar-lhe um impulso para que ele possa ver pela janela do carro. O acessório permite que os cachorros olhem pelas janelas, reduzindo as chances de enjoo e possibilitando que eles se deitem com conforto.

Alguns tipos de cadeirinha são tão confortáveis ​​que podem até relaxar o seu pet durante os passeios no veículo, já que ele terá um lugar confortável só para si. Para a maioria dos cães, assim que o motor começa a zumbir eles logo se aconchegam e já adormecem na cadeirinha para cachorro no carro.

E assim como ocorre com as cadeirinhas de criança para carro, o acessório, no caso dos pets, também foi projetado para manter seus animais de estimação seguros e protegidos. Isso graças às alças ajustáveis ​​que prendem a cesta ao assento do seu veículo e aos cintos de segurança que mantêm o seu pet no assento. Um dos principais atrativos, portanto, da cadeirinha para cachorro, é que as mesmas evitam que os cães saltem sobre o carro, minimizando o risco de acidentes.

Outro motivo é que o não uso da cadeirinha para pets pode gerar multas para o condutor do veículo.

Como encontrar a melhor cadeirinha para cachorro?

Entre os vários modelos de cadeirinha de cachorro à venda disponíveis no mercado, uma que se prenda ao cinto de segurança é a ideal. Isso porque a mesma fornece estabilidade extra, então se certifique de procurar uma com presilhas de cinto de segurança ou outros acessórios.

Para segurança adicional, procure uma que se prenda ao arnês ou à coleira do seu cão, ou mesmo uma que o prenda no próprio assento. Alguns assentos de carro para cães vêm com cintos de segurança, pois seu cão não deve poder sair do assento enquanto o carro estiver em movimento. A maioria conterá uma corda ou guia segura que pode ser presa ao arnês do seu cão, mantendo-o dentro do assento.

Além disso, ao procurar a melhor cadeirinha para o seu cão, você também deve considerar quaisquer problemas de saúde que ele possa ter que possam surgir durante a viagem.

Um exemplo é algum tipo de patologia que possa gerar algum tipo de enjoo no veículo. Para aqueles que possuem cães propensos a enjoo dentro do automóvel, sua principal prioridade pode ser um assento removível e de fácil limpeza. A maioria das variedades de cadeirinha de cachorro para carro tem paredes de malha e topos abertos. Isso é especialmente importante para aqueles cães que podem ser propensos a dificuldades respiratórias.

E, embora a cadeirinha para cachorro no carro seja melhor para raças menores, também existem algumas opções que são boas para cães maiores. Um exemplo são as redes de carros para cães e as capas protetoras. São ou não são, afinal, excelentes presentes para pets?

Como instalar uma cadeirinha para cachorro no carro?

O número de pessoas comprando cadeirinhas aumentou muito com o passar do tempo. Afinal, não é inédito que animais de estimação sejam gravemente feridos em acidentes de carro. Na verdade, um cão sem restrições pode exercer até 40 vezes seu peso em um impacto a velocidades de apenas 25 MPH. Isso pode levar a grandes traumas para o seu pet e para qualquer pessoa com quem ele colidir.

Certifique-se, então, de que você não está apenas dirigindo com segurança com seu cão, mas também usando uma cadeirinha para cachorro adequada. E, acima de tudo, transportar seu cachorro de acordo com as normas legais do Brasil. Felizmente, você pode comprar uma para ajudar a manter seu animal de estimação seguro em caso de acidentes. Ao instalar uma cadeirinha para cachorro com cinto de segurança, por exemplo, certifique-se de fazê-lo corretamente. A instalação inadequada pode causar ferimentos ao seu animal de estimação em caso de acidentes.

Primeiro conecte as alças. A cadeirinha para cachorro deve vir com uma ou duas alças. Conecte essas tiras ao cinto de segurança subabdominal do carro.

Uma vez conectado, você pode deixar essas tiras no lugar para instalar seu cão em seu carro na próxima vez que dirigir.

Depois coloque o cinto de segurança. Em seguida, puxe o cinto de segurança pela parte de trás do assento do carro para cães.

Após isso, coloque a extremidade do cinto de segurança na trava para prendê-lo. Certifique-se de que o assento do carro para cães esteja seguro.

Em seguida, encaixe o conector rápido prendendo o conector de metal da cadeirinha para cachorro ao anel em seu arnês.

Por último, afrouxe ou aperte a alça que prende o engate rápido conforme desejado, certificando-se de apertá-la o suficiente para manter seu cão seguro no lugar enquanto dirige.

 

FONTE: https://www.chavesnamao.com.br/noticias-automotivas/dicas-cadeirinha-para-cachorro/