Principais riscos de não ter proteção veicular

Seu veículo está nas principais posições da lista de bens mais caros que você pode adquirir ao longo da vida, perdendo, talvez, para a casa própria. Dessa forma, é importantíssimo que você faça de tudo para proteger o seu patrimônio.
Quem tem carro e/ou moto e os utiliza tanto para trabalhar quanto para passear quer despreocupação. Afinal, acontecer algum problema com o seu veículo não está nos planos de ninguém, mas infelizmente é possível.

Por isso nessas horas a contratação de uma proteção veicular pode diminuir os problemas gerados por um acidente ou panes, por exemplo.
Além do mais, dirigir seu veículo sem proteção pode trazer muitos riscos. Imprevistos acontecem o tempo todo e ter a quem recorrer nos traz tranquilidade.

Para aqueles que ainda não possuem proteção veicular acompanhe abaixo e saibam quais são os riscos de manter seu veículo desprotegido:

Perda do seu patrimônio:

O maior prejuízo de não ter uma proteção veicular para o seu carro é a perda do seu patrimônio. Desde um furto a apenas reparos em caso de ocorrência, você terá que arcar com todos os custos, fazendo com que você gaste uma quantia considerável de dinheiro.

Desperdício de tempo:

Imagine que você se arrisque a viajar com o seu veículo sem proteção veicular e ele apresente uma falha mecânica no meio do caminho? Mesmo que você disponha do dinheiro para os reparos, dependerá de algum serviço local para remover seu automóvel e, ainda por cima, ficará sem o meio de transporte por algum tempo, o que pode significar o fim de uma esperada viagem de férias.

Gastos em dobro com guincho:

Não podemos deixar de mencionar que, além do desembolso que você terá com o reparo do veículo, normalmente as oficinas mecânicas não disponibilizam um serviço gratuito de guincho, fazendo com que você tenha que gastar muito mais dinheiro do que imaginaria pagar.

Conflitos com terceiros:

Quando um acidente envolve dois ou mais veículos, ter um carro sem proteção veicular pode ser uma grande dor de cabeça.
Se a responsabilidade for sua, será preciso calcular os reparos dos dois veículos. E é aí que está o problema, pois resolver quem fará esses serviços pode ser complicado, tanto por conta de qualidade como de preço.

Então, está convencido de que o melhor a se fazer é ficar tranquilo e manter seu patrimônio protegido? Então, não deixe de entrar em contato com a AASC Sul e proteger os seus sonhos.

 

 

 

 

 

Entenda a diferença entre financiamento e consórcio

Para quem deseja comprar um veículo ou uma casa e não tem a disponibilidade de muito dinheiro para realizar a compra à vista, existem basicamente duas opções: o financiamento e o consórcio.

O financiamento é bastante utilizado para vários tipos de aquisições, pequenas ou grandes, e já é muito conhecido no mercado de vendas.

O consórcio também é uma modalidade de aquisição de bens, mas muitas pessoas ficam receosas de optar por ela, porque ainda existem dúvidas sobre as suas características e suas regras.

E agora, consórcio ou financiamento? Em geral, o conselho que você vai ouvir é para você fugir dos dois. Ambos cobram taxas que fazem com que você pague muito mais caro pelo bem do que se comprasse à vista.

 

Vamos entender como funciona o consórcio

O termo consórcio veio do latim e significa “associação”, “parceria” ou “sociedade”. A sua própria origem já indica que consórcio é um agrupamento de pessoas que se junta em prol de algo em comum, ou seja, a compra de um bem específico.

Todos os integrantes contribuem mensalmente para um fundo destinado à compra daquele bem comum visado pelo grupo. Esses pagamentos custeiam a entrega daquele bem para os consorciados, até que todos sejam premiados. É assim que o consórcio funciona. Porém existem algumas regras e nem todos terão acesso ao bem de forma imediata.

  • As taxas: Após fazer a escolha do consórcio, é feito um contrato entre o consorciado e a instituição administradora. É importante ler as cláusulas do documento com atenção, já que elas descrevem os seus direitos e deveres no consórcio. Nelas, também estarão informados os valores a serem pagos e recebidos. Por isso, não deixe passar nada despercebido.

O pagamento deve ser realizado todos os meses, respeitando os critérios previstos no contrato. Em geral, ele é constituído por quatro fatores:

Fundo comum: dinheiro destinado à compra do bem.

Taxa de administração: valor destinado à administradora para gerenciar o consórcio.

Seguro: a operação inclui um seguro de vida, que paga as prestações de vendas, em caso de falecimento de algum participante.

Fundo de reserva: taxa cobrada por algumas instituições como garantia durante o consórcio, sendo devolvida aos consorciados no final do período.

Também é comum que existam multas para quem não paga as parcelas em dia.

  • Contemplação: esse é o momento mais aguardado pelos integrantes. Existem duas formas de ser contemplado: sorteio ou lance.

Tanto o sorteio quanto a abertura dos lances são feitos todo mês, em assembleias. Geralmente, a cada assembleia são concedidos, pelo menos, dois bens: um pelo sorteio e outro pelo lance.

Sorteio: Todo consorciado que pagar as suas mensalidades em dia pode ser sorteado (normalmente, por meio de um sorteio com bolas numeradas) para receber o seu bem ou serviço em instantes. Ou seja, todos têm a mesma probabilidade de vencer.

Lances: Servem para antecipar a contemplação e é composto por um pagamento a mais, além da parcela mensal.

  • Os benefícios: O consórcio é uma boa opção para comprar bens de valor alto. Pois você irá receber em algum momento uma carta de crédito com o valor integral do bem. Além de que, você não precisa comprar de fato o bem, pode apenas descontar a carta de crédito e fazer outro tipo de investimento.

As taxas inclusas nessa modalidade são poucas, apenas a de fundo comum e da administradora. Além de garantir o valor atualizado do bem, por mais que você leve 2 anos para ser comtemplado irá receber o valor do bem nos dias atuais.

  • Os maiores problemas: Um consórcio não é apenas cercado de vantagens. Um fator a ser considerado, é que você pode levar muito tempo para ser comtemplado se aguardar apenas pelo sorteio, sendo recomendado a modalidade de consórcio somente se você não tiver pressa.

Outro possível problema é o risco de consorciados inadimplentes. Caso isso ocorra, a administradora poderá reajustar o valor das mensalidades e até aumentar a taxa de juros, essas situações vem dispostas no contrato, então leia com muita atenção.

 

Entenda a dinâmica do financiamento

O financiamento é uma compra parcelada, na qual o valor é dividido em parcelas mensais estabelecidas por contrato. Você paga uma pequena parte da dívida por mês e, e claro, são cobrados juros periodicamente.

Diferente do consórcio, onde são os próprios membros do grupo que se autofinanciam, no financiamento tradicional quem realiza a compra do bem é o banco, e a pessoa segue pagando até quitar o valor total da dívida. Ou seja, ele intermedeia a realização dos projetos, cobrando juros e tarifas pelo serviço prestado e pelo crédito concedido.

Só será possível realizar o financiamento se você atender às condições exigidas pela instituição, isso requer que o comprador disponibilize parte do valor do bem desejado como entrada, na maioria das vezes, o que é uma forma de atestar a sua disponibilidade financeira.

Antes de efetivar a contratação do financiamento, é preciso apresentar toda a documentação necessária para avaliar o seu cadastro. Isso pode incluir documentos pessoais e comprovantes de renda, além de documentos que atestem a capacidade financeira.

 

Realizei o sonho do primeiro veículo próprio, e agora?

A compra de um veículo é um momento de muita alegria, principalmente se for o primeiro, e muitas vezes se trata da realização de um sonho.

Nesse momento de muita empolgação, algumas pessoas acabam esquecendo da parte burocrática que envolve a compra de um veículo, seja ele novo ou usado. Pensando nisso, nós aqui da AASC Sul preparamos um checklist com os passos para deixar o seu veículo pronto para circulação conforme determina a lei.

A seguir vamos discriminar quais procedimentos devem ser seguidos pelos novos proprietários para regularizar a situação do seu novo bem.

 

1 – Documentação

Depois de efetuada a compra do carro ou motocicleta 0 km, o proprietário deve ir com o seu veículo até uma unidade do Detran para realizar a vistoria e a emissão do decalque, que é uma espécie de adesivo de identificação para o veículo.

Em seguida o comprador terá que desembolsar uma quantia para o pagamento da taxa de emplacamento do veículo. Feito isso o motorista deve retornar ao Detran para concluir o processo.

O próximo passo é a emissão do Certificado de Registro do Veículo (CRV), certidão de compra e venda do automóvel e o Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV), que é aquele documento que deve ser portado obrigatoriamente pelo motorista sempre em que for circular com o veículo.

 

Para solicitação são necessários os seguintes documentos:

  • RG e CPF (original e cópia);
  • Comprovante de endereço (original e cópia, de no máximo três meses antes);
  • Cópia da nota fiscal do fabricante;
  • Nota fiscal original da revenda, emitida pela concessionária ou pelo fabricante;
  • Decalque do chassi;
  • Formulário do Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores), que fica disponível nos sites dos Detrans de cada Estado;
  • Comprovantes de pagamento do primeiro registro e do emplacamento.

Após essa parte, serão emitidas guias para pagamento do IPVA e DPVAT (seguro obrigatório) do veículo. Somente após essas etapas concluídas é que será feito o pedido de emissão do CRV e do CRLV, assim como a geração do número da placa.

Com a conclusão desse processo, seu veículo estará devidamente legalizado e você já está liberado para rodar com o seu carro novo pelas ruas.

Caso você tenha adquirido um veículo usado, o processo é um pouco diferente. Deve-se preencher o Certificado de Registro do Veículo (CRV). A partir da data presente nesse documento o comprador tem um prazo de 30 dias para passar o veículo para o seu nome. O não cumprimento dessa regra é considerado infração grave e a punição são de até 5 pontos na carteira de habilitação.

 

Para fazer a transferência de posse do veículo, basta ir até o Detran com os seguintes documentos:

  • CRV preenchido e assinado pelo antigo dono, com firma reconhecida em cartório.
  • Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (original e cópia).
  • RG, CPF do novo proprietário (original e cópia).
  • Comprovante de endereço do novo proprietário (original e cópia, com data de até três meses anteriores).
  • Duas vias do formulário do RENAVAM, que deve ser solicitado nos Detrans de cada Estado – a maioria está disponível nos respectivos sites.
  • Dois decalques do chassi do veículo
  • Comprovante dos pagamentos da taxa de emissão da nova CRV e, se houver, dos demais débitos.

Importante: Verifique se a transferência dos documentos foi feita de maneira correta para o seu nome. Ao comprar o carro, você deve receber junto com ele o CRVL (Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos) e o CRV (Certificado de Registro Veículo).

 

2 – Leia o manual

Como é o seu primeiro veículo é importante que você leia o manual a fim de saber mais sobre: calibragem correta dos pneus, a quilometragem correta para revisões e conferir todas as opções que seu carro dispõe.

 

3 –  Contrate proteção veicular AASC Sul.

Seja um carro ou uma motocicleta que você tenha adquirido, é importante que esse bem esteja assegurado, dessa forma você evita dores de cabeça futuras.

Aqui na AASC Sul você encontra proteção veicular completa para o seu veículo e ainda tem muitos outros benefícios para você e sua família.

 

Entenda a valorização dos carros usados

Quem acompanha o mercado de automóveis, já notou o aumento de preços. Aumento esse, que desde o ano passado não vem afetando apenas os veículos novos, mas os seminovos também.

Se você consultar a tabela FIPE do seu carro hoje, dependendo do modelo, ele poderá estar valendo o mesmo que você pagou anos atrás. Sim, isso de fato está acontecendo.

Esse fenômeno curioso está acontecendo pela combinação de alguns fatores, e nós vamos explicar tudo para você.

 

1 – Fábricas fechadas

Desde o início da pandemia, muitas montadoras fecharam por um período e algumas até encerraram suas atividades aqui no país. Esse fechamento na grande maioria, se deu pela falta de peças e componentes para montagem dos veículos.

O fechamento das fábricas funciona como um efeito cascata, nível após nível de cada setor foi sofrendo com a falta de insumos, matéria-prima e por fim o produto em si, principalmente aqueles que usam componentes oriundos da China, local onde tudo começou. Contudo, esse fechamento resultou em falta de automóveis no mercado, ou uma espera de até seis meses para adquirir um veículo 0km. Dessa forma, o consumidor passou a considerar uma segunda opção na hora de trocar de carro, o seminovo.

 

2 – Ofertas x demanda

Com a falta de carros novos, a alternativa que restou foi o seminovo, pois era isso que o mercado podia oferecer para o consumidor. As buscas pela classe aumentaram tanto, que o resultado que vimos foi a valorização destes, devido à falta de produto no mercado. Parte das pessoas queriam comprar, mas não tinha produto disponível.

 

3 – Efeito do câmbio

Outro fator que contribuiu para deixar os seminovos mais atrativos no último ano, foi o aumento do dólar, que encareceu os modelos 0km. Além dos problemas com a falta

de peças, a alta nos preços dos carros novos também direcionou o consumidor há procura de um seminovo, tendo em vista a busca de um melhor custo-benefício na troca de carro. Segundo os especialistas da área, naturalmente, o mercado passa por altos e baixos e a dinâmica entre novos e usados é proporcional a necessidade.

Sempre que os 0km estão com preços elevados ou passam por algum tipo de falta de produto, o mercado de usados tenta compensar e vemos um aquecimento nessas negociações. Porém, isso sempre foi apenas ciclos.

A partir do momento que o consumidor começar a buscar seminovos como alternativa, mas não encontra o que deseja, a tendência é que ele volte ao mercado de novos ou pare de procurar por um período. Não há como determinar quanto tempo irá levar para esse ciclo que estamos vivendo acabar. Mas tudo indica que o mercado de novos deve se reaquecer com o funcionamento normalizado das fábricas e a regressão da pandemia.

Saiba o que verificar antes de comprar um veículo seminovo

Você que está avaliando a possibilidade de trocar de carro e pensando em optar por um seminovo ao invés de um novo, esse texto é pra você. Muitas vezes, a escolha entre um carro zero km e um seminovo acaba sendo decidida pelo preço. Porém, cuidado com o ditado “o barato as vezes sai caro”.

Antes de escolher o seu seminovo é importante fazer a verificação de alguns itens. Listamos todos, confira:

 

1 – Procedência do veículo

Comece verificando a procedência do veículo, certifique-se se ele tem passagem por leilão, se já sofreu algum tipo de sinistro ou tem débitos. Certificar-se disso é importante, pois no futuro você pode vir a arcar com débitos de multas.

 

2  – Atenção ao hodômetro adulterado

Essa prática de adulterar o hodômetro ainda é bastante recorrente. A dica para escapar dessa adulteração é verificar o estado de conservação dos outros itens do veículo. Verifique o estado de conservação do volante, pedais, bancos e câmbio. As condições de conservação desses itens do carro, devem ser coerentes com a quilometragem apresentada no hodômetro.

 

3  – Estética interior do carro

A troca do carro muitas vezes está relaciona ao desejo de ter um veículo que ofereça mais conforto, então observe as condições dos itens do interior do carro como um todo.

Alguns itens fáceis de verificar são:

  • Funcionamento do cinto de segurança.
  • Estado de conservação do teto, tecido dos bancos e carpete.
  • Estética do painel

 

4  – Conservação da pintura

É comum que, com o tempo, a pintura do carro apresente sinais de desgaste ou marcas de uso. Porém o proprietário pode assegurar maior durabilidade, aplicando cera automotiva a cada seis meses, além de fazer a cristalização a cada 12 meses, o que recupera a tonalidade original do carro.

Caso o carro já apresente sinais de desgaste que não podem ser mais reparados, esse é um veículo que você não deve adquirir.

 

5  – Verifique o motor e embreagem

Todos os itens que citamos antes, você pode fazer a verificação sem precisar de um especialista, e assim descartar o veículo facilmente. Já para a verificação de motor e demais itens de mecânica é importante consultar um profissional da sua confiança. Inclusive existem mecânicas que oferecem o serviço de perícia automotiva, onde são checados todos os itens de mecânica e elétrica com a presença do proprietário e possível comprador.

O motor é a parte determinante na hora da compra. Na maioria das vezes são levados em consideração apenas a estética e os itens opcionais do veículo, mas recomendamos abrir o capô e verificar se está tudo certo com o coração do carro.

Fumaça mais densa e com coloração escura, vazamento de óleo nas juntas e ruídos fora do comum lhe darão indícios de que o motor deste carro seminovo não se encontra em boas condições. O conjunto motor e transmissão precisam estar em ordem para garantir o pleno funcionamento do veículo. Se ela estiver muito dura, ou mole demais, provavelmente você terá problemas em um futuro próximo. Então nesse caso, nem vale a pena chegar a pagar por uma perícia automotiva.

 

6  – Adesivos e borracharia

Outra dica importante é verificar a lataria, dar uma olhada nas condições dos adesivos, frisos, borrachas e aqueles indicadores da marca e do modelo do carro. Comparar esses itens dos dois lados do veículo pode lhe informar se houve algum tipo de reparo na lataria. Dessa forma você pode identificar reparos que não tiveram sinistros registrados.

 

7  – Confira o manual

Por fim, confira o manual do veículo. Ele pode demonstrar muito do histórico do carro. Nas últimas páginas dos manuais geralmente ficam indicadas as etiquetas de revisão da concessionária. Verifique se todos os selos estão preenchidos e se as revisões foram feitas na periodicidade correta. Nesse caso, adquira o veículo apenas se estiver tudo em ordem.

Agora que você já sabe tudo que precisa verificar antes de comprar um veículo usado, pode trocar o seu carro sem medo e depois de fazer a troca contrate a proteção veicular AASC Sul.

Seu carro foi roubado? Saiba o que fazer!

Ter o próprio carro é o sonho de muitos. No entanto, esse sonho pode ser tornar um pesadelo, quando o seu veículo é roubado ou furtado. Por isso, é tão importante contratar uma proteção veicular que tenha cobertura para esse tipo de dano.

Para se prevenir e principalmente ensinar você associado a lidar com essas situações, preparamos este conteúdo. Quer saber o que fazer nessa situação, então continue a leitura.

 

 1 – Registrar o boletim de ocorrência

Apesar de todo o transtorno e nervosismo, se concentre e vá até a delegacia mais próxima para registrar um Boletim de Ocorrência (B.O). Este documento sinalizará às unidades de segurança sobre o veículo roubado ou furtado. Assim, poderá ser feita antecipadamente uma busca afim de  recuperar o veículo. Aliás, saber a diferença entre roubo e furto vai facilitar muito na abertura do B.O, pois é preciso especificar qual foi o crime sofrido na hora de fazer o registro.

Furto: A vítima está ausente ou não percebe que o bem foi levado.

Roubo: Quando a vítima está presente e o bem é levado mediante ameaças ou violência.

É recomendado que o B.O. seja feito em até 24 horas após o ocorrido, pois a polícia poderá agir o quanto antes, pois cada minuto é importante.

 

2 – Contate a sua proteção veicular

 Essa opção é viável apenas para que tem uma proteção veicular. Com o boletim de ocorrência em mãos, é hora de entrar em contato com a associação e informar o ocorrido. Também é importante acioná-los o mais rapidamente possível, combinado?

Normalmente é pedido documentos pessoais e do veículo para dar início ao processo, os mesmos que são solicitados para o registro do boletim de ocorrência. Então recomendamos que você tenha cópias desses documentos em casa, pois pode ser que os originais também sejam levados no roubo.

 

3 – Registro de impedimento

O registro de impedimento de furto e ou roubo do veículo faz com que o Secretaria da Fazenda suspenda, temporariamente, os tributos como IPVA e licenciamento. A suspensão vale pelo período em que a pessoa ficar sem o veículo e evita que possíveis infrações cometidas pelos criminosos sejam atribuídas ao proprietário do mesmo.

Se a dispensa automática não for feita, o contribuinte deverá solicitá-la mediante requerimento. Os documentos necessários são:

  • Certificado de Registro de Veículo (CRV).
  • Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).
  • Identificação do proprietário do veículo.
  • Boletim de ocorrência.

Depois de fazer todos esses procedimentos é preciso aguardar para que o veículo seja recuperado, ou ao fim do prazo a sua proteção veicular lhe faça o reembolso do valor do automóvel.

Além de contratar a proteção veicular, você pode tomar outros cuidados a fim de prevenir o roubo.

  • Planeje seu itinerário: monte seu percurso considerando sempre as ruas mais seguras.
  • Uso de rastreadores: ter acesso a localização instantânea do veículo irá facilitar bastante em caso de um roubo ou furto. Com ele é possível localizar rapidamente o veículo e facilitar a sua recuperação.
  • Sempre se certifique que o carro está trancado, principalmente quando estacionar na rua. Em casa, além do carro, confira também o portão.
  • Não deixe pertences no carro: Ao sair do veículo, não deixe sobre bancos ou em lugares visíveis bolsas, tablets, celulares, notebooks, carteiras, mochilas, entre outros que podem despertar o interesse de criminosos.
  • Invista em segurança extra: existem algumas opções disponíveis que podem evitar que o seu carro seja levado. Você pode optar por: travas, alarmes, bloqueadores de corrente ou de combustível.

Ter seu veículo roubado é muito desagradável e um grande prejuízo, então siga as nossas dicas de segurança!

E principalmente, quem ainda não tem proteção veicular, faça hoje mesmo. Não fique contando apenas com a sorte.

Aqui na AASC Sul você encontra planos com coberturas e benefícios que atendem todas as suas necessidades por um preço justo. Faça sua cotação sem compromisso!

Cuidados essenciais para se ter com o carro

Nada como ter um automóvel na garagem e liberdade de locomoção, não é mesmo? Liberdade para sair de casa sem pressa, ir aonde quiser e quando quiser, viajar ou ir a um simples passeio.

As vantagens em ter um carro são muitas, mas também é preciso estar sempre cuidando do veículo, a fim de evitar dores de cabeça ou até prejuízos.

Passando nisso, preparamos um checklist de itens para você não deixar nenhum detalhe passar na hora de cuidar do carro. Esses cuidados podem garantir, além de uma vida útil maior a seus componentes, também uma aparência de carro novo por mais tempo.

 

1 – Faça a manutenção do motor

O motor de um carro é um ponto muito importante e deve estar no topo da lista de cuidados. O ideal é ficar de olho em possíveis barulhos ou ruídos estranhos. Além disso, atente-se para a emissão de fumaça, pois ela pode sinalizar problemas muito maiores.

Respeite sempre o período de manutenção recomendado. Os especialistas indicam trocar as velas a cada 20 mil quilômetros, o filtro de combustível a cada 10 mil e o filtro de ar a cada 15 mil. Já o filtro de óleo, troca-se junto com o óleo do motor e o carburador pode ser usado até os 80 mil quilômetros percorridos.

 

2 – Cuidados com os pneus

Independente da quantidade de quilômetros rodados é importante calibrar os pneus semanalmente ou em caso de longos períodos sem uso.

Para saber a pressão adequada é só consultar o manual do proprietário, que detalha a pressão correta com carga e sem carga. Fazer essa manutenção simples para a durabilidade dos pneus reduz muito o consumo de combustível, evita o superaquecimento e um consequente desgaste precoce, bem como o risco de acidentes.

Outro cuidado que você pode ter com os pneus, é fazer o rodízio dos mesmos. Os pneus dianteiros desgastam mais que os traseiros. Sendo assim, para maior vida útil deles, faça o rodízio.

 

3 – Cuide da limpeza interna

Acreditamos que não haja nenhuma desvantagem em cuidar da higienização interna do carro, então tenha como disciplina, “sujou, limpou”. Dessa forma você irá criar uma rotina de limpeza, e não irá perder muito tempo fazendo isso, será sempre como uma manutenção rápida.

Com isso você irá manter o ambiente livre de odores, substâncias nocivas à saúde, como fungos, bactérias e ácaros. E ainda deixar seu veículo bem conservado, o que influência muito na hora da venda.

 

4 – Cuide dos vidros e da lataria

A aparência de todo carro importa, ele pode ser novo, com apenas algumas semanas de uso, porém se estiver sujo, com pequenos arranhões, seu veículo já será desvalorizado.

Uma dica simples para preservar o vidro é evitar ligar o limpador de para-brisa quando o vidro não estiver molhado. Quando seco, existe a poeira, entre outros resíduos que podem ocasionar riscos e arranhões.

Para lavá-los e obter um excelente resultado, é muito simples: basta utilizar muita água e um detergente suave. Para secar, uma flanela bem macia e limpa é o suficiente.

Para a lataria os cuidados não são muito diferentes, lave o carro semanalmente com produtos adequados. Após a lavagem faça o enceramento. Caso haja algum arranhão ou amassado procure um profissional da área para resolver.

 

5 – Não esqueça do alinhamento e balanceamento 

Estar com o alinhamento do carro em dia, vai assegurar aspectos importantes para o seu veículo e segurança:

  • Evitar o desgaste irregular dos pneus
  • Aumentando sua vida útil dos pneus;
  • Intensificar o atrito do pneu com o solo, que contribui com a economia de combustível; Melhoria na dirigibilidade e segurança.

Já o balanceamento, tem por objetivo garantir que a roda gire sem provocar vibrações no veículo. Por isso, esse procedimento é essencial, para o conforto de quem está dentro do carro, como para o desempenho dos pneus.

Inclua essas verificações junto às revisões do veículo, dessa forma elas não ficam esquecidas.

 

6  – Verifique o óleo do motor

O óleo é utilizado para refrigerar, lubrificar e limpar o motor. Sempre que for fazer a troca do mesmo, verifique no manual do veículo suas especificações. No seu carro sempre terá um adesivo indicando quando deve ser feita a troca do óleo, então basta você procurar uma mecânica especializada e de sua confiança para fazer esse serviço.

 

7 – Tenha uma proteção veicular

E claro, ter uma proteção veicular é um cuidado a se tomar com como seu veículo. Não fique contando apenas com a sorte.

Ter a proteção veicular é a forma mais segura e eficiente de proteger seu patrimônio. Com a contratação da proteção aqui na AASC Sul, você vai ter proteção completa para o seu carro e ainda uma série de benefícios.

 

 

Coronavírus: Saiba como higienizar seu carro corretamente

­­­­Já estamos a um ano convivendo com o vírus e tentando levar a vida da forma mais normal possível. Porém, não podemos deixar de realizar os cuidados essenciais de higienização para prevenir o contágio.

 

Você que deixou de usar transporte público ou carona como forma de locomoção, e está utilizando carro próprio, precisa saber que seu carro também necessita de cuidados para evitar o contágio do coronavírus.

 

Pensando em facilitar o seu dia-a-dia e trazer mais um alerta sobre a importância de se prevenir, preparamos algumas dicas de higienização do carro.

 

Os itens cruciais do veículo que precisam de higienização automotiva, principalmente pelo lado do motorista, são esses:

 

  • Volante;
  • Câmbio;
  • Freio de mão;
  • Bancos;
  • Rádio;
  • Cinto de segurança e fivela.

 

Esses são os itens que o motorista sempre terá contato, então tenha no seu carro sempre um borrifador com álcool 70% ou álcool isopropílico, pois esse não danifica o plástico e tenha também toalhas de limpeza descartáveis. Dessa forma você poderá realizar a limpeza rapidamente sempre que tiver contato com o ambiente externo. O mesmo vale para os outros acentos do carro, caso alguém utilize, é necessário fazer a higienização.

 

Além das partes internas que já citamos é importante lembrar-se das maçanetas das portas, inclusive a parte interna delas, limpe-as junto com os demais itens.

 

Além de seguir todas as recomendações de higienização do veículo, é necessário se proteger também enquanto está dentro do carro. Para isso, a recomendação de profissionais de saúde é fazer uso da máscara, mesmo que ninguém mais esteja junto no momento.

 

Isso acontece, pois se a pessoa está contaminada, sem a máscara ela pode espalhar o vírus dentro do carro. Dessa forma, outras pessoas que entrarem depois no veículo podem acabar se contaminando. Por esse mesmo motivo, a higienização frequente é muito importante.

 

Esvazie a lixeira do veículo diariamente, principalmente se houver lenços com secreções e objetos soltos dentro do carro, como aquele copo do café que você tomou durante o dia.

 

Esses são os cuidados diários para evitar o contágio, porém há outra forma de fazer uma geral no ambiente interno do seu carro, pode-se utilizar a oxi-sanitização.

 

A oxi-sanitização é um processo realizado através de um gerador de ozônio. O ar que está presente no interior do veículo entra na máquina e desta forma, as partículas de Oxigênio são transformadas em Ozônio através de uma descarga elétrica.

 

Este gás tem efeito germicida e é eficiente contra vírus, bactérias e fungos. Você pode encontrar esse serviço em estabelecimentos de estética automotiva.

 

É possível que a utilização de álcool com frequência venha a danificar as partes do veículo, para evitar que isso aconteça você pode utilizar produtos hidratante e protetores. Existe diversos no mercado, cada um indicado para o tipo de superfície, como plástico, borracha e couro. Esses produtos você encontra em lojas de produtos automotivos ou até mesmo na internet.

 

Por fim vamos lembrar-nos das ações básicas para o dia a dia:

 

  • Higienize as mãos com frequência, tenha o seu próprio frasco de álcool gel;
  • Evite encostar-se a superfícies de locais públicos, como botões de elevador, maçanetas, corrimãos, entre outros;
  • Utilize um lenço de papel se precisar tocar em algo;
  • Lave suas mãos após tocar em superfícies de locais públicos;
  • Evite tocar seus olhos, nariz e rosto;
  • Evite aglomerações, especialmente em locais pouco ventilados. Seu risco de exposição para vírus respiratórios como o Covid-19 pode aumentar em ambientes fechados e com pouca circulação de ar caso houver pessoas contaminadas na multidão.
  • Organize a sua rotina, sempre que sair faça todas as tarefas necessárias, assim você diminui a chance de contrair o vírus e levar ele para sua casa.

Utilize máscara e respeite o distanciamento nos locais públicos.

Dicas para preservar a pintura do seu carro

Todo dono de veículo sabe que ele precisa de alguns cuidados para a conservação do
mesmo, afinal carro bem cuidado é mais valorizado. Entre os inúmeros cuidados que um veículo necessita, a pintura é o que merece muito nossa atenção.

 

E você, lava o seu carro de forma correta? Caso não saiba responder essa pergunta com certeza, então continue a leitura que vamos te passar tudo sobre os cuidados com a pintura que seu carro necessita.

 

Lavação

É importante lavar o carro frequentemente e de forma adequada. A lavagem do carro
requer cuidados desde a escolha dos produtos, que devem ser neutros e com pH baixo.

 

Recomenda-se que você compre os produtos para lavar o seu carro em uma loja especializada no assunto, lá você irá encontrar o produto mais indicado para a sua realidade, ou seja, você usa o carro todos os dias para trabalhar? Usa apenas no final de semana? Dirige apenas no asfalto?

 

Essas condições trazem variações de sujeira, e o produto precisa ser condizente com ela, caso contrário você poderá agredir a pintura utilizando um produto qualquer.

 

Além do produto adequado tenha também uma luva de lavagem, ela é ideal para evitar riscos na lataria.

 

Nas lojas de produtos especializados você também encontra outros produtos para cuidar devidamente dos vidros, faróis, partes de couro, plástico e borracha.

 

Além disso, existe o mito sobre a potência da água, quanto mais forte mais irá limpar.

 

Na realidade, quanto mais forte, maior o risco de causar danos na pintura. O correto é apostar na baixa pressão, lavando de cima para baixo.

 

O veículo deve ser lavado na sombra, isso evita que a combinação dos raios solares com os produtos químicos utilizados na lavagem venha a causar manchas na lataria.

 

Uma outra dica importante é sempre ir trocando a água do balde quando o carro estiver muito sujo, assim você evita que os resíduos risquem a lataria do carro.

 

Por fim, para secar, pode ser utilizado uma microfibra, tecido de algodão puro ou camurça sintética, pois nesse momento o cuidado na escolha do material é muito importante para não riscar a pintura. E claro não deixe de secar o veículo, pois isso também poderá causar manchas.

 

Invista em uma boa cera automotiva

O enceramento é essencial para manter a estética do veículo, valorizando a cor, realçando o brilho e para garantir proteção da pintura. A cera diminui eventuais danos causados por pequenos atritos, sol, chuva ou fezes de bichos.

 

Então após a lavagem de seu carro é bom usar uma cera automotiva. Invista em uma cera de qualidade para proteger seu veículo. Quanto à durabilidade as ceras comercias duram cerca de um mês e as profissionais, cerca de seis meses.

 

Outros cuidados para o dia a dia

Sabemos que nem todos tem uma garagem coberta para deixar o veículo em casa, ou até mesmo quando estão na rua o veículo fica estacionado no sol e podendo receber as eventuais intemperes do clima. Se você se enquadra nessa situação, seguir os cuidados citados acima são essenciais para a saúde da pintura do seu veículo.

 

Algumas pessoas, afim de serem ainda mais cuidadosos com o seu carro, usam as capas. Pelo excesso de preocupação, há proprietários que exageram nas capas para o veículo. A princípio, esse cuidado pode até ser positivo, mas deve ser usado nas situações adequadas.

 

As capas são recomendadas para o caso de longos períodos de desuso do carro, assim iram proteger o veículo da poeira e outros resíduos. Do contrário, só a rotina de colocar e tirar a capa todos os dias já pode arranhar a pintura. É importante também que a capa tenha tecidos transpiráveis, pois as capas abafadas retêm umidade, podendo causar bolhas ao longo da lataria do veículo. E se o seu veículo ficar exposto ao tempo, seja durante a noite ou dia, não é recomentado utilizar capas.

 

Cuidados profissionais

Um dos serviços profissionais mais famoso é o polimento, ele é indicado nos casos de pinturas com manchas, riscos superficiais, pinturas queimadas de sol e pinturas com manchas provocadas por fezes de pássaros e folhas de árvore. Então se você já não consegue mais manter a lataria do seu carro brilhando em casa, está na hora que procurar por esse serviço.

 

Temos também a chamada cristalização ou espelhamento, que é a aplicação de uma fina camada de resina sobre a pintura, protegendo contra pequenas agressões que podem danificar o verniz do carro. Ela é mais indicada para carros com alguns anos de uso.

Agora você já sabe de tudo que precisa para deixar a lataria do seu carro sempre
brilhando.

Saiba como recorrer a multas de trânsito

Foi viajar nesse final de ano e recebeu uma multa de trânsito? Bem desagradável né?

 

Mas você sabia que é possível recorrer a multas de trânsito? É um direito de todo motorista brasileiro poder recorrer, conforme o artigo n° 281 do CTB, o Código de Trânsito Brasileiro, que diz respeito ao julgamento das autuações e penalidades.

 

“Art. 281. A autoridade de trânsito, na esfera da competência estabelecida neste Código e dentro de sua circunscrição, julgará a consistência do auto de infração e aplicará a penalidade cabível.

 

Parágrafo único. O auto de infração será arquivado e seu registro julgado insubsistente:

 

I – se considerado inconsistente ou irregular;

 

II – se, no prazo máximo de trinta dias, não for expedida a notificação da autuação.        (Redação dada pela Lei nº 9.602, de 1998).”

 

Além dos valores significativos das multas, temos ainda, os pontos acumulados na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), que podem levar, até mesmo, a perca do direito de dirigir.

 

Entrar com um recurso é uma forma de tentar reverter essa situação, evitando assim, que você arque com esse custo e acumule pontos em sua CNH.

 

Após ser notificado da autuação, para que ela seja anulada, é fundamental que o motorista apresente provas concretas ao órgão autuador, a junta administrativa ou ao conselho de trânsito de que não é um infrator da lei.

 

Independente da gravidade da infração, sempre é possível recorrer a anulação, o motorista tem direito a três recursos administrativos:

 

1° – A defesa prévia.

2° – Recurso em primeira instância.

3° – Recurso em segunda instância.

 

Agora vamos conhecer o passo a passo para recorrer a uma multa de trânsito:

 

  1. A Notificação de Autuação

 

Sempre tomamos conhecimento da infração quando recebemos a carta do órgão de trânsito. Esse documento ainda não é a multa, e se chama carta de Notificação de Autuação e tem como função informar o proprietário do veículo sobre a infração.

 

Na carta, estarão presentes apenas informações da infração: o veículo, a data, o horário, o tipo e natureza da infração e o protocolo de identificação do condutor infrator, caso não seja o proprietário, o infrator.

 

É importante lembrar que irregularidades no veículo são de responsabilidade do proprietário do veículo e não do condutor no momento da atuação.

 

  1. Confira as informações da carta de notificação

 

Assim que receber a carta de notificação de autuação, confirme as informações presentes no documento. Nesse momento é possível dois recursos: a defesa prévia ou indicação do condutor infrator.

 

  1. Defesa da Prévia

 

A defesa de prévia é o primeiro recurso administrativo o qual o motorista tem direito. Ele deve ser apresentado ao órgão autuador nos primeiros 30 dias após o recebimento da notificação.

 

Para prosseguir com requerimento, é necessário cópia dos seguintes documentos: a notificação de autuação, CRLV (Certificado de Registro e Licenciamento Veicular) e CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

 

Serão analisados os erros formais da infração, caso a defesa seja aceita, a penalidade será revogada e a infração anulada.

 

  1. Recebimento da multa de trânsito

 

Caso o recurso de defesa prévia seja negado, o órgão autuador expedirá a notificação de imposição de penalidade, ou seja, a multa. Ao receber a carta, o motorista deverá conferir as informações do documento. Caso o condutor considere a penalidade injusta, ele poderá apresentar uma nova defesa: o recurso em primeira instância.

 

  1. Envio de recurso em primeira instância

 

Esse recurso será enviado para a Junta Administrativa de Recursos de Infrações (JARI) do órgão autuador. Na carta constará uma data limite e os documentos necessário para apresentar o recurso em primeira instância.

 

Nesta fase, o motorista deve apresentar argumentos que possibilitem interpretar a particularidade do caso relacionando com as leis de trânsito. Dessa maneira, a JARI irá analisar o mérito da infração (justificativa para a infração) e, caso o condutor tenha razão, suspender a infração e aplicação da penalidade.

 

  1. Atenção aos prazos

 

Confira os prazos do processo administrativo de defesa contra multa de trânsito:

 

Notificação de Autuação: é emitida em até 30 dias após o cometimento da infração.

 

Envio da Defesa Prévia: o prazo para apresentar a defesa prévia ao órgão de trânsito autuador é de 15 dias o mesmo para a apresentação do condutor infrator.

 

Análise da defesa prévia: em até 30 dias após o recebimento do recurso do motorista.

 

Envio do Recurso em primeira instância: O prazo de no mínimo 30 dias constará na Notificação de Imposição de Penalidade.

 

Análise da JARI: Em até 30 dias após o recebimento do recurso enviado pelo motorista.

 

Mantenha sempre o seu endereço atualizado junto aos órgãos emissores, caso contrário poderá perder os prazos devido ao envio incorreto das notificações.

 

  1. Envio de recurso em segunda instância

 

Caso a defesa prévia e o recurso em primeira instância sejam negados, o motorista ainda tem o direito de recorrer ao Cetran, para análise do processo em segunda instância, onde será também julgado o mérito da infração.

 

 

  1. Anulação da infração e penalidade

 

Se o condutor tiver razão e apresentar argumentos sólidos baseados no Código de Trânsito Brasileiro, é possível que a infração de trânsito registrada injustamente seja revogada. Após o envio do recurso de segunda instância, a decisão quanto a anulação da infração e penalidade será enviada em uma carta ao endereço do motorista.

 

Caso o motorista não ganhe o processo de defesa até a segunda instância, a infração de trânsito continuará registrada em seu veículo e ele deverá pagar pela multa de trânsito, assim como receber os pontos em sua CNH.